[Resenha] Onde Deixarei meu Coração.

Título: Onde Deixarei Meu Coração.
Autor:  Sarra Manning
Editora: Galera Record 
Páginas: 334
Cotação: 5 estrelas
Sinopse: Simples, careta e sem graça. É assim que Bea se vê. Então quando a super descolada Ruby e seu bando de populares passam a se interessar por sua opinião, isso só pode ser uma pegadinha. Certo? Pelo menos é assim que sempre acontece nos filmes... Mas o convite para passarem as férias em Málaga parece pra valer. E com um bônus: Bea pode se afastar da mãe irritante e controladora. No entanto, depois de apenas 48 horas na Espanha, Bea se flagra mudando o itinerário. A menina decide visitar Paris para encontrar o pai que nunca conheceu. Afinal, a cidade luz pode emprestar um pouco de clareza a um período nebuloso de sua vida familiar. No caminho, ela conhece Toph, um estudante americano mochilando pela Europa. Enquanto procuram pelo pai dela nos cafés e boulevards de Paris, ela perde a cabeça em vez disso. Será que Bea é a garota de Toph ou a boa menina que sua mãe espera que ela seja? Ou será esse o verão mágico em que Bea finalmente torna-se dona do próprio nariz?


Num mês em que li, praticamente só livros fofos de romances inacreditáveis não podia faltar Onde Deixarei Meu Coração, não é? 

Esse livro me cativou ela capa, mas quando comecei a leitura, percebi que não só a capa é bonita, e sim a linda história que estava por vir.

Nesse livro da Sarra Manning há uma história que nunca vi em outros livros, uma história emocionante e completamente diferente. Enquanto não acabei, não sosseguei.

Em Onde Deixarei meu coração conhecemos a história de Bea, uma garota que esta prestes a completar dezoito anos, mas que é um pouco imatura (ou talvez muito). Bea trabalha em uma loja completamente fora dos padrões da moda junto com a Ruth, sua melhor amiga.

Ela brigou com sua antiga melhor amiga e então nunca mais se falaram. Mas em um certo dia, a tal garota chama-a para ficar co  seu novo grupo e ela então aceita. As garotas do "novo grupo" aceitam-a, mas Bea não tem ideia do que vem pela frente. 






As tais garotas convidaram ela para festas todos os sábados a noite, se passando ser amigas de Bea para depois poderem viajar para uma praia da Espanha, afinal, com uma "santinha"  completamente "certinha"tudo seria mais fácil.

Foi difícil convencer a mãe pois o passado da mãe de Bea não era lá os melhores...

Bea gastou muitos euros para viajar para a Espanha e quando chegou lá descobriu a triste realidade e não fez nada melhor do que se vingar. 

Então Bea sai pela Europa sem rumo, até encontrar um grupo de seis americanos do Texas.  Ela se divertiu com eles e começou a ter uma paixonite pelo Toph, que no fundo também escondia uma paixão tremenda por ela. Mas as coisas boas, infelizmente, sempre acabam rápido. 

Cinco dos seis texanos voltariam para onde viviam e apenas um ficaria: o Toph. Bea sentiria muita falta, mas queria muito encontrar o pai, que segundo as mentiras da sua mãe era francês e que residia na capital da França, Paris. Sua mãe inventou essas mentiras pois não queria contar para a sua própria filha seu verdadeiro passado.



Quando a protagonista sentiu raiva, eu senti também. Quando ela ficou triste e abalada, eu fiquei também.

Foi incrível como a história que Sarra criou se tornou tão real.

Será que um verdadeiro amor seria capaz de ligar duas pessoas mesmo com dois oceanos de distancia?  A mãe de Bea contaria a verdade a filha?

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