Post da Colunista: O Homem Perfeito

Oi, oi! Como está todo mundo? :)
Sei que esta semana quase não rolaram posts por aqui, mas hoje é dia de #CarolnoPrimaveraLiterária, como costumo colocar no meu blog e chegou a hora de dizer pra vocês o que eu achei de mais um livro. Aliás, pergunta pras meninas: alguém aí já sonhou em encontrar o homem perfeito?   



Melina sim. Ela é nova, tem a vida pela frente, mas já traiu e já se envolveu em uma situação extremamente chata, bem no auge dos seus 18 anos. Com isso, perdeu quem mais gostava, um estudante de medicina chamado Bernardo, e foi seguindo a vida. Hoje mora com Nauane, sua melhor amiga, embora tenha decidido voltar para Paraty após uma situação ainda pior com Roger, seu agora ex-chefe e ex-namorado. Ela não é de levar desaforo pra casa, então não pensou duas vezes em partir pra cima dele quando necessário.

Chegando lá, rola aquela nostalgia, é claro: ela reencontra seus avós, donos de uma pousada, seu pai, médico por lá e se lembra de quando aconteceu o episódio com Ben. Mas agora vem o inesperado: ele também está lá. E está noivo! Vai se casar com a chata da Samantha, o tipo de metidinha que Melina sempre detestou na vida e fez questão de socar o nariz quando o alcançou. E justo quando achamos que não há mais com o que se preocupar, ela ganha do pai uma vaga para trabalhar no hospital com eles. Os três, já que todos são médicos e trabalham lá. Uhul, Vanessa Bosso!

Daí por diante é só alegria (mentira). Melina continua conversando com Nauane sempre que pode e conversa muito com o chef da pousada também, Espírito. Tanto um quanto outro, quanto a família inteira dela já sentiu: ela ainda ama Ben, o único que sempre se encaixou em uma lista antiga, antiga, que mostra seu homem perfeito. Aos poucos a história segue e as vidas deles vão se misturando. E é incrível, porque a autora consegue fugir do romance bobo de adolescentes para algo mais maduro à medida em que as cenas passam.

Não dá pra não querer quebrar de novo o nariz da Samantha, não dá pra não amar Ben e não dá pra não gostar de Guilherme, pivô da separação de um dos casais mais vinte que eu já li.



É um livro muito, muito gostoso de ler e eu devorei da noite pro dia. Literalmente (no maior nível a desocupada, que não come, não vai ao banheiro, não assiste tevê e tudo mais). Alguém aí já leu? Deixe sua opinião sobre o livro! Se quiserem, façam uma colunista feliz e passem na resenha que deixei no Entre Livros também. ♥

Beijos e até a próxima. ;)
Primavera Literária por Rafaela Pinheiro 2014-2015. Tecnologia do Blogger.